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Nosso trabalho para combater a “pandemia oculta”

Por Twitter Brasil
Quarta-feira, 25 Novembro 2020

Os casos de violência contra as mulheres aumentaram em 2020, de acordo com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). A cada 3 meses em que o isolamento social da Covid-19 continua, estima-se que mais 15 milhões de mulheres sejam diretamente afetadas pela violência. À medida que esta chamada “pandemia oculta” continua, o Twitter continuará a apoiar parceiros sem fins lucrativos que trabalham para trazer luz à tensão excepcionalmente intensa que a pandemia tem exercido sobre as mulheres.

Reconhecemos que o acesso a uma Internet livre e aberta é essencial. Pessoas em todo o mundo recorrem aos serviços de mídia social como o Twitter para debater sobre os direitos das mulheres e outras importantes questões sociais. A propósito, os direitos das mulheres dominaram as conversas no Twitter este ano: foram 40 milhões de Tweets sobre o assunto até o momento - e o número continua a crescer.

Além disso, desde o início do isolamento social por conta da Covid-19, foram contabilizados 1 milhão de Tweets por mês sobre violência doméstica e questões relacionadas. Serviços como o Twitter, que dependem da Internet aberta, não são apenas um meio para discutir as questões mas, para muitos, podem ser um salva-vidas e um meio de buscar ajuda.

Amplificando as conversas no Twitter

Em parceria com a ONU Mulheres e o Escritório de Direitos Humanos da ONU, estamos lançando emojis personalizados para fomentar as conversas sobre o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, em 25 de novembro, e o Dia dos Direitos Humanos, em 10 de dezembro. Os emojis podem ser visualizados ao Tweetar com as hashtags hashtags #PinteOMundoDeLaranja, #16dias e #GeraçãoIgualdade.

Estamos apoiando organizações sem fins lucrativos em todo o mundo, oferecendo subsídios do Ads for Good a diversos parceiros para garantir que eles possam utilizar o poder da plataforma de publicidade do Twitter para alcançar mais pessoas. Ao longo dos próximos 16 dias, também daremos destaque a campanhas e mensagens regionais sobre a importância da igualdade de gênero e do combate à violência contra as mulheres a fim de aumentar o engajamento e a conscientização do tema.

No Brasil, os perfis das organizações de defesa dos direitos das mulheres @ipatriciagalvao, @revistaazmina, @BlogNegras, @minasprogramam e @anis_bioética contarão com materiais e recursos relevantes sobre a temática utilizando as hashtags da campanha, além de vídeos com orientações sobre rede de apoio para vítimas.

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Temos visto o mundo atuar em torno da pandemia de coronavírus com todo o esforço, e investimentos e protocolos responsivos feitos com determinação. A violência contra as mulheres também é uma pandemia - antecede o vírus e sobreviverá a ele. Enquanto enfrentamos a devastação de Covid-19, nunca houve um momento tão importante para unir nossos recursos e compromisso por uma das maiores questões e trabalhar com parceiros como o Twitter para acabar com a violência contra mulheres e meninas para sempre.

Phumzile Mlambo-Ngcuka

Diretora Executiva, ONU Mulheres

Oferecendo apoio e recursos de segurança

Além de elevar a conversa pública, fizemos parcerias com autoridades de saúde e organizações sem fins lucrativos em diversos mercados para expandir nosso serviço de notificação #ExisteAjuda. Quando as pessoas pesquisam termos associados à violência de gênero no Twitter, elas recebem uma notificação com informações de contato para linhas diretas locais e outros recursos para incentivá-las a procurar ajuda.

Desde o lançamento no início da pandemia, expandimos as ferramentas para alcançar 22 mercados abrangendo países como Brasil, Austrália, Índia, México, Tailândia, Reino Unido, Estados Unidos, entre outros.

No Brasil, o recurso #ExisteAjuda, já disponível desde setembro de 2018 para apoiar pessoas em situação de risco de cometer suicídio e automutilação, foi expandido em julho para englobar a violência contra a mulher. A notificação disponível na área de busca da plataforma traz um link para o disque-denúncia (180) - serviço do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH) - e outro para uma página do MDH com mais informações sobre o tema.

Neste mês, lançamos a ferramenta na Bélgica, Canadá, França, Alemanha e Itália, ampliando nosso apoio e esforços para fornecer recursos úteis às pessoas que mais precisam.

A Internet aberta desempenhou um papel fundamental nos esforços de plataformas de mídia social como o Twitter para conectar pessoas a recursos úteis, conversas saudáveis ​​e à comunidade. Continuaremos trabalhando para garantir que o Twitter seja um lugar seguro para as pessoas debaterem sobre questões importantes do momento.

#PinteOMundoDeLaranja, um Tweet de cada vez.

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